
Se alguém tivesse me perguntado “Você prefere que Ronaldinho Gaúcho ganhe o prêmio da Fifa de Melhor Jogador do Mundo, ou que o Flamengo escape do rebaixamento?”, eu hesitaria um pouco, mas diria: “Rapaz, dê logo o prêmio ao menino, e o Flamengo que aprenda.” Nada foi tão justo no futebol, este ano, quanto um prêmio assim para um sujeito que não apenas joga de uma maneira bela, mas que o faz com ênfase, com veemência, com eufórica convicção. Ronaldinho Gaúcho parece imbuído de uma missão no mundo: a de mostrar a todos esses cabeças-de-bagre e espíritos-de-porco que povoam o futebol brasileiro que é possível produzir obras de arte e ganhar jogos, sem que uma coisa prejudique a outra.
A primeira coisa que o vi fazer no futebol (eu e o Brasil inteiro) foi um gol (se não me engano, no Pré-Olímpico de 2000) em que ele entrou na área em velocidade, ergueu a bola meio metro com um toquinho do calcanhar esquerdo, e desferiu um tivuco que derrubou o goleiro pela mera deslocação do ar. Depois disto vieram lances memoráveis: o banho-de-cuia que ele deu em Dunga num Gre-Nal (“banho-de-cuia”, caros leitores de além Paraíba, é o mesmo que “lençol”), o gol espírita contra a Inglaterra na Copa de 2002, e, este ano, o rodopio que ele deu em cima de um zagueiro do Haiti antes de marcar o gol, no jogo da Seleção em Porto Príncipe. (Não venham com esse papo de que “no Haiti é fácil”. Quando um repentista faz um verso genial, tanto faz se ele está cantando com Pinto do Monteiro ou com Zezim Buchudo, é o verso que vale.)
No último jogo Barcelona x Real Madrid, há algumas semanas, quando Ronaldinho Gaúcho pegava na bola havia uma sensação de arrebatamento coletivo em todo o Estádio. Já experimentei momentos assim no futebol, momentos em que a bola chega num jogador e nosso gesto instintivo é ficar de pé, porque sabemos que algo grandioso vai acontecer. É por momentos assim que o futebol se justifica, é à espera de momentos assim que suportamos milhares de horas de tropeções, trancos, carrinhos, cotoveladas, maltratos à bola. Ronaldinho nos dá esta experiência porque nele se aliam força, elasticidade, rapidez, domínio de bola, e principalmente ousadia. A mesma ousadia que fazia Pelé apossar-se da bola e, em vez de esquivar-se ao combate dos zagueiros, partir na direção deles como se quisesse afugentá-los.
Dias atrás, ao fazer no finzinho do jogo um golaço que deu a vitória ao Barcelona, Ronaldinho Gaúcho saiu correndo pela lateral do campo, com o estádio inteiro gritando de forma ensurdecedora; as câmaras mostravam em close seu riso de delírio e desabafo, enquanto ele estava gritava: “Eu-sou-fo-da!” Alguns jornalistas criticaram esta reação, dizendo que era arrogância, “marra”, etc. Discordo, coleguinhas. Quando o cara grita aquilo, sabe que ninguém está ouvindo. É o desabafo de quem procurou o gol durante 89 minutos e finalmente o conseguiu, e logo um gol espetacular. Pode gritar, Ronaldinho, porque 2004 foi seu.
A primeira coisa que o vi fazer no futebol (eu e o Brasil inteiro) foi um gol (se não me engano, no Pré-Olímpico de 2000) em que ele entrou na área em velocidade, ergueu a bola meio metro com um toquinho do calcanhar esquerdo, e desferiu um tivuco que derrubou o goleiro pela mera deslocação do ar. Depois disto vieram lances memoráveis: o banho-de-cuia que ele deu em Dunga num Gre-Nal (“banho-de-cuia”, caros leitores de além Paraíba, é o mesmo que “lençol”), o gol espírita contra a Inglaterra na Copa de 2002, e, este ano, o rodopio que ele deu em cima de um zagueiro do Haiti antes de marcar o gol, no jogo da Seleção em Porto Príncipe. (Não venham com esse papo de que “no Haiti é fácil”. Quando um repentista faz um verso genial, tanto faz se ele está cantando com Pinto do Monteiro ou com Zezim Buchudo, é o verso que vale.)
No último jogo Barcelona x Real Madrid, há algumas semanas, quando Ronaldinho Gaúcho pegava na bola havia uma sensação de arrebatamento coletivo em todo o Estádio. Já experimentei momentos assim no futebol, momentos em que a bola chega num jogador e nosso gesto instintivo é ficar de pé, porque sabemos que algo grandioso vai acontecer. É por momentos assim que o futebol se justifica, é à espera de momentos assim que suportamos milhares de horas de tropeções, trancos, carrinhos, cotoveladas, maltratos à bola. Ronaldinho nos dá esta experiência porque nele se aliam força, elasticidade, rapidez, domínio de bola, e principalmente ousadia. A mesma ousadia que fazia Pelé apossar-se da bola e, em vez de esquivar-se ao combate dos zagueiros, partir na direção deles como se quisesse afugentá-los.
Dias atrás, ao fazer no finzinho do jogo um golaço que deu a vitória ao Barcelona, Ronaldinho Gaúcho saiu correndo pela lateral do campo, com o estádio inteiro gritando de forma ensurdecedora; as câmaras mostravam em close seu riso de delírio e desabafo, enquanto ele estava gritava: “Eu-sou-fo-da!” Alguns jornalistas criticaram esta reação, dizendo que era arrogância, “marra”, etc. Discordo, coleguinhas. Quando o cara grita aquilo, sabe que ninguém está ouvindo. É o desabafo de quem procurou o gol durante 89 minutos e finalmente o conseguiu, e logo um gol espetacular. Pode gritar, Ronaldinho, porque 2004 foi seu.
Oi
ResponderExcluirGostou do que eu fiz?
ResponderExcluirIsso é para você aprender a não fazer queixinha sobre mim lá na coordenação da farmácia.
Por causa da sua queixinha, a coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece.
Faz uma coisa, pega todas as suas provas e as suas testemunhas e vai numa delegacia.
Fala lá na delegacia que você passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath.
Fala que você colou na prova de assistência farmacêutica, graças à cola que a Maria Miceli que é namorada do Fabrício Pereira dos Santos Maia.
Você ainda trabalha na Farmoquímica, será que o pessoal da Farmoquímica sabe que você passa na prova colando?
Você não vai me calar, morando aonde eu moro. Você ainda fala, que vai fazer algo de ruim contra mim?
ResponderExcluirA sua amiga deve ter falado para você, que ela me viu noutro dia em frente ao semáforo, ela só te esqueceu de te falar, que aqui na minha rua tem uma boca de fumo, que em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que vende material furtado para os traficantes fazerem barricada. Você não é perigoso, perigoso é morar aonde eu moro.
Eu já descobri que a sua namorada, a Maria Miceli que está cadastrando o meu nome em sites de funerárias só para o meu telefone ficar tocando o dia inteiro.
Eu ainda me lembro o que aconteceu na disciplina de assistência farmacêutica.
O meu objetivo na disciplina assistência farmacêutica era estudar bastante, tirar nota maior que a Julia Agnes Souza da Silva, provar que eu sou mais inteligente que ela e que eu só não passei em orgânica 1 porque ela não me deu cola.
Então eu estudei bastante para essa disciplina, porque eu achei que se eu conseguisse tirar nota alta numa disciplina que eu não gostava, eu provaria que eu era mais inteligente que a Julia Agnes Souza da Silva.
Na P1 da disciplina assistência farmacêutica, a professora Isabela Ramos Silverio imprimiu prova a menos, então a professora pegou as provas de volta, foi imprimir mais prova, a sua namorada a Maria Miceli não devolveu a prova dela, enquanto a professora Isabela estava imprimindo mais provas, todo mundo da turma ficou tirando foto da prova que a Maria Miceli não devolveu para a professora, todo mundo da turma colou na prova menos eu.
A cola da Maria Miceli me impediu de provar que eu era mais inteligente que a Julia Agnes Souza da Silva e que eu só não passei em orgânica 1 porque ela não me deu cola.
O pior é que a professora Isabela Ramos Silverio ainda me obrigou a fazer trabalho em grupo com você e com a Maria Miceli, o pior é que eu não podia falar nada, porque você fazia parte do meu grupo da aula prática de farmacotécnica II, se eu me recusasse a fazer aula prática com você, a professora iria me colocar para fazer parte do grupo da Leticia de Sousa Albuquerque
Eu sei muito bem que você filmava o que eu falava na aula sem a minha autorização e mandava o vídeo para a Ana Beatriz de Lima, a Jéssica Mel Da Silva Faria, a Gabriela Santana Andrade e a Ana Luiza Vidal Pimentel Santos.
O pior é que você e a Maria Miceli fazem iniciação com bolsa e você ainda publicou esse artigo científico:
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11771759/
Eu descubro tudo, assim como eu descobri o seu Instagram:
https://www.instagram.com/fabriciopdsmaia/
Mas você também amigo da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages, agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:
https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763
A Beatriz Ribeiro de Oliveira representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a professora que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta. Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.